E assim foram 100 dias da minha vida. Sou muito grata. Verdadeiramente. Porque 50.000 de mim, do meu povo, não puderam contar sua história. Estou sobrevivendo. Não porque não morri de COVID. Mas porque continuo mantendo meus valores e cuidando de quem eu amo. E vou honrar cada dia dessa vida que está persistindo, enquanto as de tantos estão sendo ignoradas. 100 dias de não solidão.
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Não existe um país das maravilhas, mas se ele existisse, seria composto por mulheres mães bem acompanhadas, fortalecidas e cuja maternidade não seria um ato compulsoriamente atribuído a elas, mas a todas e todos deste tal país.