1) O que é o abuso sexual na infância? Ele atinge mais meninas ou mais meninos? 2) E quem são os abusadores? Como a sociedade é conivente mesmo sem querer ser? 3) Quais são os principais tipos de abuso sexual contra as crianças? 4) Como identificar possíveis sinais de que a criança está sendo abusada ou foi abusada sexualmente? 5) O que fazer após a suspeita ou descoberta do abuso sexual contra a criança? A quem recorrer, para onde ir? 6) Todo caso é notificado? Todo caso é denunciado? 7) O que uma família e a sociedade podem fazer para amparar uma criança que foi abusada de forma a contribuir para sua resiliência? 8) Breves considerações sobre prevenção
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Aqui no Brasil, já são mais de 20 mil denúncias de maus-tratos e violência às crianças apenas no período da quarentena (Dados da ouvidoria do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, colhidos pelo Disque 100) e é perfeitamente esperado que esse seja um dado muito inferior ao que de fato vem acontecendo, tanto em função de subnotificação quanto em função da naturalização da violência contra a criança. E, certamente, essas denúncias de maus-tratos dizem respeito a formas extremas de violência. Se formos considerar as violências morais, emocionais e psicológicas que as crianças vêm sofrendo neste período, e que muitos cuidadores não problematizam como sendo formas de violência, certamente teríamos um número maior de denúncias de maus-tratos do que o já gigantesco número de mortos que temos aqui no Brasil.
o foco desta discussão sobre como a promoção do aleitamento materno pode frear as mudanças ambientais e climáticas não somos nós, as mulheres, com o suposto “dever” de amamentar. O foco é todo o nosso entorno, para que se conscientize, se prepare, se adapte, se politize e se engaje para promover essa atividade. E é também por isso que as principais organizações sociais, políticas e de saúde no mundo afirmam: investir no fortalecimento e no empoderamento das mulheres, incentivar que elas ocupem a dimensão política, garantir a elas o acesso à saúde, educação e reduzir a pobreza associada à desigualdade de gênero é uma das principais medidas para frear as mudanças climáticas. E o que é a promoção do aleitamento materno além de tudo isso?
Quando estamos em sofrimento, esquecemos que habitamos um corpo que é muito potente. Ele se molda aos desafios que vivemos. Mas é preciso dar uma forcinha. Mude a rotina. Mude as práticas. Faça coisa que você consideraria sem propósito. E, tão importante quanto, estimule as crianças a fazerem o mesmo, envolva-as nas atividades. Isso também é ciência, ciência a favor da humanidade, ciência para persistirmos, ciência para resistirmos, ciência para melhorar vidas.
O preço do nosso passeio pelas ruas e dos nossos fartos abraços sem máscara é alto para quem não tem esse direito na dita normalidade. Para muitos e muitas de nós, esse isolamento social não é novidade justamente em função da normalidade pela qual tantos de nós clamamos. Quem aceitamos deixar para trás quando desejamos que o “normal” retorne? É preciso pensar sobre isso. Ainda que não seja confortável.
Eu não educo essa garota. Vocês não educam os filhos de vocês. Nós nos educamos, mediatizados pelo mundo. E citar Paulo Freire em meio a tudo isso me torna mais calma. Talvez seja isso... Ter referências sólidas nos dão discernimento para passar por isso. E ensina as crianças a fazerem o mesmo.
E assim foram 100 dias da minha vida. Sou muito grata. Verdadeiramente. Porque 50.000 de mim, do meu povo, não puderam contar sua história. Estou sobrevivendo. Não porque não morri de COVID. Mas porque continuo mantendo meus valores e cuidando de quem eu amo. E vou honrar cada dia dessa vida que está persistindo, enquanto as de tantos estão sendo ignoradas. 100 dias de não solidão.
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Sei que não tá fácil pra ninguém, gente. Beira o insuportável. Mas as crianças não têm culpa, eu só queria lembrar disso porque parece que, com frequência maior do que o que seria de se esperar, as pessoas se esquecem disso. As crianças não têm culpa de estarem em casa o tempo todo. E sinceramente, não há graça no desabafo de quem diz que vai estourar champanhe para as professoras quando as aulas voltarem e agradecer a Paulo Freire. Nenhuma graça, pra ser muito honesta. Isso fala sobre muitas coisas: sobre a infância, sobre como vemos a educação, sobre o papel que creditamos aos educadores.
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Não existe um país das maravilhas, mas se ele existisse, seria composto por mulheres mães bem acompanhadas, fortalecidas e cuja maternidade não seria um ato compulsoriamente atribuído a elas, mas a todas e todos deste tal país.
Olá! Eu sou Ligia Moreiras, a Cientista Que Virou Mãe. Há 10...